Gestão_ Liderança_Apontamentos

Publicado: maio 15, 2010 em Gestão

O que é a Liderança:

Processo de influência social, no qual o Líder procura obter a participação voluntária dos colaboradores num esforço para atingir os objectivos da organização. É um importante papel que o gestor tem de desempenhar no sistema interno da sua empresa.

 

Assim, O LÍDER pode ser percebido como aquele que decide o que deve ser feito e faz com que as pessoas executem essa decisão.

 

Não se aprende a ser líder, mas aprende-se a ser bom naquilo que se faz. Esta capacidade nasce com ele.

 

Quais os traços de personalidade que poderiam tornar um Chefe num bom Líder?

A verdade é que a eficácia de determinado tipo de Líder varia amplamente, dependendo de circunstâncias como:

Tipo de empresa

Tipo de trabalho desenvolvido pelos trabalhadores

Grau de preparação académica e profissional dos trabalhadores

Grau de incerteza das tarefas desenvolvidas

Grau de incerteza dos mercados em que a empresa actua

Características culturais da sociedade em que a empresa actua

Etc, etc

 

O LÍDER DEVERÁ SER AVALIADO POR:

Será avaliado pelos resultados simbólicos – ser responsável é aceitar ter que responder por algo, perante alguém;

Deverá ter:

Boa comunicação;

Personalidade

Confiança: é a base da Empatia – ouvir os outros, mostrando um interesse genuíno. Fazer Trabalho de Equipa;

Capacidade de iniciativa

capacidade p tomar decisões

Personalidade

 

Motivação: deve motivar os seus colaboradores, que incentive as pessoas a mudar; Interagir com os trabalhadores no sentido de construir um projecto incentivando-os a trabalhar nessa direcção;

Reflexão positiva

Trabalho de Equipa

Partilhar os méritos: repartir os méritos com aqueles que se esforçam;

Justiça: é fulcral que o líder seja justo; tratando todos de igual modo em situações semelhantes

Honestidade: considerado como uma pessoa de palavra; cumpre o que promete;

– Tem funções de elogiar em público e repreender em privado;

Assertividade: Verbalização honesta daquilo que sente;

Definir acções claras, concretas e definidas;

 

Autocráctico-coercivo: o líder decide o q falar, quem, como e qd deve ser feito;
Autocráctico-benevolente: o líder toma as decisões, mas os subordinados tem alguma liberdade e flexibilidade no desempenho das tarefas;
Consultivo: o líder consulta os subordinados antes de estabelecer os objectivos e toma decisões;
Participativo: existe um total envolvimento dos empregos na definação dos objectivos e um preparação das decisões.


Mais recentemente, dão mais importância ao carisma – a teoria do líder carismático, onde predomina a dominância, autoconfiança, necessidade de influenciar e convicção de rectidão moral.

 

 

Uma das investigações mais divulgadas é a de Blake e Mouton.

Divulgada nos anos 60 – “grelha de gestão”.

Os autores criaram vários estilos de liderança que cada chefe fosse capaz de se reconhecer num determinado tipo e, a partir daí, consciencializar-se nas desvantagens que podiam resultar para a empresa se não fosse capaz de o melhorar.

 

·         Tipo “Country club”  (elevada)

A atenção cuidada às necessidades de relacionamento satisfatório das pessoas, conduz a uma atmosfera na organização e a um ritmo de trabalho confortáveis

 

·         Gest tipo equipa  (mais positiva)

A consecução das tarefas parte de pessoas activamente envolvidas; a Interdependência através de um “interesse comum” nos propósitos da organização conduz a relações de confiança e respeito

 

·         Gestão tipo “ Homem da organização” (meio termo)

Uma performance adequada da organização é possível, equilibrando a necessidade de levar um trabalho a cabo e a manutenção do moral das pessoas a um nível satisfatório.

 

·         Gestão empobrecida (- produção)

O Exercício de um esforço mínimo para levar a cabo o trabalho necessário é apropriado para manter os indivíduos na organização.

 

·         Autoridade – Obediência (+ produção)

A eficiência nas operações resulta de se arranjarem condições de trabalho de tal forma que os elementos humanos interfiram o mínimo possível.

 

 

TEORIA CONTIGENCIAL DE FIEDLER
APLICADA AO ESTILO DE LIDERANÇA

A performance de um líder depende de dois factores inter-relacionados:

  1. O grau em que a situação dá ao líder controlo e influência a fim efectuar a tarefa com sucesso;
  2. A motivação, auto-estima depende se o líder conseguir levar a cabo a tarefa e depende das relações de apoio com outros;

 

TEORIA <<MEIOS -FINS>>

Derivada da teoria das expectativas de VROOM

Os gestores precisam de se apoiar, em quatro estilos de liderança diferentes.

          CHEFIA DIRECTIVA – dizer ás pessoas o que se espera delas e fornecer orientação especifica, prazos, regras, regulamentação e padrões.

          CHEFIA APOIANTE -tratar os colaboradores como iguais de uma maneira amigável tentando ao mesmo tempo melhorar o seu bem-estar

          CHEFIA PARTICIPATIVA – consultar os colaboradores para ouvir as suas sugestões e considerá-las seriamente quando da tomada de decisões

          CHEFIA ORIENTADA PARA A REALIZAÇÃO – Definir objectivos que tenham desafios, e procurar um melhoramento contínuo, confiando ao mesmo tempo que os colaboradores enfrentarão os desafios de uma forma responsável

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